Priscila Correia Fernandes


Professor Adjunto I

Fone: (32) 3379 2483

Fax: (32) 3379 2483

E-mail:

 


Formação acadêmica
  • Doutora em Biologia Funcional e Molecular. Departamento de Fisiologia e Biofísica. Instituto de Biologia. Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP

Área de pesquisa
  • Ensino de Ciências

Linhas de pesquisa
  1. Interface etnobiologia e educação e suas contribuições para a diversidade cultural e biológica.
  2. Materiais instrucionais no ensino de Biologia na Escola Básica

Atividades acadêmicas atuais
  • Coordenadora do LEBio, Laboratório de Ensino de Biologia.
  O Laboratório possui infraestrutura para o desenvolvimento de pesquisas, atividades de
  ensino e extensão em ensino da biologia. O grupo tem se dedicado ao estudo e
  desenvolvimento de midias de comunicação sobre ciências biológicas, tais como filmes,
  jogos, softwares e modelos voltados especialmente para a educação básica. O LEBio é
  um espaço de produção e reflexão sobre o ensino e congrega diversos projetos dessa
  natureza.


  Coordenadora do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência,
  PIBID área Biologia

 
  http://www.biopibidufsj.blogspot.com


  • Bolsistas CAPES BioPIBID – UFSJ 2010













  • Professora Supervisora
Cassia Maria Zaniti Souza
  • Coordenadora
Priscila Correia Fernandes

  • Bolsistas CAPES BioPIBID – UFSJ 2009
Lívia Izabela Caputo
Livia Mara de Oliveria Lara
Maísa Santos da Fonseca
Víctor Diego Cupertino Costa
Abimael Gomes da Silva
Márlon de Souza Faria
Morvan França Alves de Oliveira
Simone Paiva Machado
Erico Macedo Polo
  • Professora Supervisora
Cassia Maria Zaniti Souza
  • Coordenadora
Priscila Correia Fernandes


Projetos de Iniciação Científica


Em andamento

  • UM OLHAR SOBRE A COLETA SELETIVA SOLIDÁRIA DA UFSJ: PESQUISA QUALITATIVA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL
    • César de Oliveira Marra (bolsista PIBIC FAPEMIG)
    • Priscila Correia Fernandes (Orientadora)
Programas relacionados à mobilização da sociedade para atitudes ambientalmente saudáveis são cada vez mais comuns na contemporaneidade. Nas sociedades urbanas é cada vez maior a responsabilização do cidadão comum, por exemplo, para com a conservação dos recursos hídricos através da economia doméstica de água e para com o gerenciamento dos resíduos sólidos através da separação diferenciada do lixo em material orgânico e materiais recicláveis.
As demandas atuais ligadas à relação da sociedade com o ambiente biofísico têm chegado às instituições de ensino básico e superior. “Observando-se as falas de profissionais da educação, alunos e suas comunidades, e da sociedade em geral, percebe-se que essas visões consensuais a respeito da gravidade da crise ambiental e da necessidade de fazer algo geram uma grande expectativa em relação às possibilidades da educação ambiental” (Guimarães, Educação Ambiental: no consenso um embate, 2000). É atribuído a essas instituições o dever de formar cidadãos capazes de lidar positivamente com as responsabilidades ambientais. Assim programas e projetos são construídos, propostos, impostos às instituições de ensino e constituem uma plataforma chamada “Educação Ambiental”, EA, termo heterogêneo (Sauvè, 2005) que constantemente tem sido objeto de pesquisadores por carecer e merecer aprofundamento teórico e epistemológico.
O presente projeto tem por objetivo contribuir com as discussões em educação ambiental através da reflexão sobre o Projeto Coleta Seletiva Solidária da UFSJ - PCSS. “Meu objetivo não é propor mais uma alternativa pedagógica “salvadora” em educação ambiental. Até porque essa idéia de salvação é moderna demais para o mundo no qual estamos sendo desafiados a (com)viver” (Barcelos, 2005). Assim, a proposta é desenvolver uma reflexão embasada teoricamente sobre o referido projeto e assim contribuir para a pesquisa em educação ambiental.
Por se tratar de uma reflexão sobre uma prática desenvolvida no próprio ambiente de convívio do aluno-pesquisador e do professor-orientador, a pesquisa terá um caráter de pesquisa participante (André, 1986). Para tanto será desenvolvido um estudo de caso, com uma abordagem fílmica, focalizada na produção da educação ambiental pelos idealizadores do PCSS e nas relações da comunidade universitária com a coleta seletiva nos campi.

  • Educação e Ambiental e Conservação da Biodiversidade: Uma abordagem além das aulas de Biologia
    • Rafaela Machado
O atual modelo de desenvolvimento, baseado no consumo acentuado, é predatório e coloca em segundo plano a preservação dos recursos naturais. Assim, a problemática ambiental vem ganhando cada vez mais destaque como um dos grandes problemas a ser enfrentado. Devido ao caráter predatório desse modelo de desenvolvimento da atividade humana na Terra, surgiu a necessidade de se criar uma nova estratégia de educação, visando a sensibilização, a mudança de atitudes e a participação na resolução dos problemas ambientais por parte de grupos sócio-culturais a eles relacionados (Sato, 2002). Educação Ambiental (EA) visa formar cidadãos com atitudes positivas em relação ao ambiente. As atividades de EA, por seu caráter interdisciplinar, abrangem temas socioculturais, políticos, éticos, ecológicos, etc. Graças a essa interdisciplinaridade, Guimarães (2004) divide a educação ambiental em duas grandes linhas. A primeira é vinculada aos interesses populares de emancipação, de igualdade social e melhor qualidade de vida, que se reflete em uma melhor qualidade ambiental. A segunda se baseia nas lógicas do mercado e interesses do capital. Entendemos assim como caráter crítico o que aponta a opressão do homem e da natureza, desnudando as relações de poder na sociedade, em um processo de politização das ações humanas, nesse caso, enfatizando as ações que refletirão diretamente ou indiretamente no meio ambiente. Para se concretizar uma EA que se pretenda crítica desse modelo de sociedade e participativa na construção de um mundo justo e ambientalmente equilibrado (incluindo a dimensão social) e, ainda, uma educação para a formação da cidadania, essa proposta deverá resgatar e atrelar aos seus princípios a concepção de educação popular, que se define como um trabalho pedagógico de construção de uma hegemonia popular. Ao realizar essa interlocução entre a EA e a educação popular, tanto o educando quanto o educador serão como militantes populares constituídos como sujeito e classe de condução de transformações sociais de alteração estrutural do sistema vigente, seja para melhorá-lo e o tornar mais justo, seja para propor uma nova ordem com práticas mais humanitárias e socialmente mais crítica, solidária e igualitária.

Concluídos
  • IDENTIFICAÇÃO DA BIODIVERSIDADE POR JOVENS EM IDADE ESCOLAR NO MUNICÍPIO DE SÃO JOÃO DEL REI, MG: UM ESTUDO ETNOBIOLÓGICO.
    • Gabriela Faccion (bolsista PIBIC CNPq)
    • Priscila Correia Fernandes (orientadora)
    • Data: 07/2007 a 08/2008
As demandas ambientais têm exigido o envolvimento da população não especialista nas questões relacionadas ao manejo ambiental, o que só é possível com bons conhecimentos dos elementos que compõem a biodiversidade local e as relações entre esses elementos e a sociedade. Entretanto, Bebbington (2002) afirma que há uma crescente perda de conhecimento ambiental dos não especialistas especialmente no reconhecimento de plantas e animais comuns na vizinhança. O mesmo autor afirma que a identificação de elementos da biodiversidade depende de fatores tais como dependência por alimentos, pertencimento a diferentes grupos sociais, modo de vida e local onde convive e ainda conclui que o “back ground” educacional não influencia a qualidade de conhecimentos que os estudantes têm sobre a biodiversidade local. Em interessante estudo publicado na revista Science, Balmford (2002) mostra que crianças são extremamente capazes de identificar formas de vida, criadas ou naturais, pois são significativamente mais capazes de identificar Pokemons (seres imaginários criados por Satoshi Tajiri) do que elementos comuns da biodiversidade. “A trama do meio ambiente é a trama da própria vida, ali onde se encontram natureza e cultura; o meio ambiente é o cadinho em que se forjam nossa identidade, nossas relações com os outros, nosso ser no mundo” (Sauvè, 2005). Fatores como industrialização e urbanização podem contribuir para a perda de conhecimentos sobre a biodiversidade, ou contribuir para modificá-los. Como isso vem ocorrendo? Essa é a pergunta que nos propomos a investigar.

  • ESTUDO ETNOBIOLÓGICO E QUALIDADE DE VIDA DOS CATADORES DE MATERIAL RECICLADO EM SÃO JOÃO DEL REI.
    • Marcela Maria de Oliveira Chagas (Bolsista PIBIC FAPEMIG)
    • Priscila Correia Fernandes (Orientadora)
    • Data: 03/2007 a 02/2008
Objetivou-se reconhecer as percepções sobre saúde, doença e qualidade de vida dos catadores associados a Associação de Catadores de Material Reciclável (ASCAS) e suas respectivas famílias, no município de São João Del Rei. Para tanto buscou-se investigar percepções dos catadores e suas mulheres a cerca de suas condições de vida (condições de moradia, problemas ambientais e de saúde, perspectivas de vida, relação entre nutrição e saúde, tabus e hábitos alimentares, carências em saúde das famílias, formas de tratamento de doenças nas mesmas); discutir a participação feminina nas praticas relacionadas a qualidade de vida nas famílias estudadas; colher informações sobre o conhecimento e utilização de plantas medicinais; reconhecer e valorizar praticas de cura seguras, que pudessem fornecer informações úteis na busca de soluções para problemas atuais de saúde publica.



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