"Sem feminismo não há agroecologia"

Em comemoração ao 8 de março, grupo de agroecologia promove cinedebate e roda de conversa no Campus Sete Lagoas. Evento discute a presença da mulher no campo

No intuito de discutir a importância do papel feminino nas atividades do campo, o Grupo Guayi de Agroecologia promove, nesta quarta-feira, 14, às 12h15, no Auditório da Biblioteca do Campus Sete Lagoas da UFSJ, cinedebate e roda de conversa com a temática "Sem feminismo não há agroecologia". Será exibido o curta Mulheres da Terra, que traz à tona tanto as desigualdades acarretadas pelo machismo, quanto por classes sociais e raça, tendo como cenário histórico o Movimento de Mulheres Camponesas no oeste de Santa Catarina. A roda de conversa terá a presença de agricultoras, pesquisadores, professoras, técnicas, extensionistas e estudantes.

O projeto

O Grupo Guayi de Agroecologia se articulou no Centro Vocacional Tecnológico de Minas Gerais (CVT-MG). Durante seis anos de existência, vem buscando a participação direta da sociedade para fomentar ações relativas à agroecologia na agricultura familiar e comunitária. Assim, o projeto busca informar agricultores e técnicos para melhor produção, levando em conta o meio ambiente e garantindo a qualidade dos produtos. A palavra que dá nome ao grupo tem significado, em tupi-guarani, de “semente boa”.

Mulheres da Terra: o empoderamento no campo

Dirigido por Márcia Paraíso, esse curta documentário retrata a realidade de camponesas do oeste de Santa Catarina, pontuada pela relação íntima com o campo, mediada pela agroecologia. Participantes do Movimento de Mulheres Camponesas, as agricultoras relatam como se fortalecem para realizar seu trabalho, uma paixão considerada masculina.


Publicada em 13/03/2018
Fonte: ASCOM

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