Conselho Nacional de Educação encaminha ao MEC diretrizes para educação híbrida

O Conselho Nacional de Educação (CNE) encaminhou ao Ministério da Educação o documento Diretrizes Gerais sobre a Aprendizagem Híbrida que, caso seja aprovado, estabelece e cria condições para que o ensino híbrido ocorra na educação básica, técnica e superior no país.

Entre 16 e 26 de julho, o documento recebeu contribuições da comunidade via internet, numa consulta pública eletrônica. Segundo afirmou a presidente do CNE, Maria Helena Guimarães de Castro, em evento com educadores, as diretrizes foram pensadas a partir da pandemia e o ensino híbrido será a realidade. “Aquela rotina escolar que tínhamos antes da pandemia, na escola e na faculdade, não volta mais como era antes. O ambiente de aprendizagem é outro, os modos de interação serão outros e as pedagogias ativas serão cada vez mais disruptivas”, afirmou, durante evento da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino (ABMES).

Metodologia flexível
Diretrizes Gerais é formado por um relatório e um projeto de resolução, e aborda orientações gerais sobre aprendizagem híbrida, considerada “metodologia flexível” de ensino, mediada por tecnologias de informação e comunicação, em todos os níveis.

O projeto de resolução leva em conta o cenário criado pela covid-19, que ampliou o desafio pela busca de novos caminhos para o ensino-aprendizagem no país. O documento indica também que os sistemas de ensino, por seus órgãos próprios e no âmbito das suas atribuições, precisam regulamentar o que for necessário para a aplicação da resolução. No projeto, o CNE explicita que “a proposta que se apresenta objetiva flexibilizar as atividades de ensino, mesclando ou alternando, intencional e de forma planejada, momentos presenciais e não presenciais de ensino e aprendizagem.”

Acesse, neste link, a versão completa das diretrizes sobre aprendizagem híbrida.


Publicada em 15/12/2021
Fonte: ASCOM

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